Produtos de argila organofílica

Compare graus para sistemas à base de solvente, água, fluidos de perfuração e graxas. A escolha final depende da polaridade, do processo de dispersão, da temperatura e da meta reológica.

Produtos, pó e embarque de argila organofílica Camp-Shinning

Escolha pela fase contínua

A primeira decisão é identificar se a formulação é aquosa, solvente, óleo mineral, diesel ou base sintética. Depois avalie polaridade, temperatura e função reológica.

SistemaFamília inicialVerificação principal
Solventes e óleos de baixa a média polaridadeCP-34, CP-180, CP-908Ativador polar, pré-gel e cisalhamento
Solventes moderados a polaresCP-APA, CP-27A, CP-VZCompatibilidade com resina e adição direta
Fluido à base de óleo (OBM)CP-982, CP-31, CP-2Óleo-base, emulsão, densidade e envelhecimento
Fluido de base sintética (SBM)CP-992Dispersão, temperatura e sag de barita
Graxa mineral ou sintéticaCP-250A, CP-720A, CP-2143Óleo-base, ativação e consistência NLGI
Sistema aquosoCP-EW, CP-EWS, CP-WBSpH, hidratação, sais e polímeros

Produtos para tintas, tintas de impressão e adesivos

Nesses sistemas, compare antissedimentação, antiescorrimento, nivelamento, brilho, transparência e finura de dispersão. Um aumento isolado de viscosidade não demonstra desempenho completo.

Produtos para fluidos de perfuração

A seleção de uma organoargila para OBM ou SBM deve considerar viscosidade plástica, ponto de escoamento, forças de gel, estabilidade elétrica, HPHT, sólidos e sedimentação de barita.

Produtos para graxas lubrificantes

O grau precisa formar uma estrutura estável no óleo-base e no pacote de aditivos. Avalie penetração trabalhada, separação de óleo, estabilidade mecânica, bombeabilidade e desempenho térmico.

Produtos dispersíveis em água

CP-EW, CP-EWS, CP-WBS, CP-OC e as linhas THICKENT atendem finalidades diferentes. Não substitua automaticamente um grau solvente, uma bentonita ou um espessante celulósico sem ensaio.

Processo de seleção recomendado

  • Solicite TDS e SDS atuais
  • Escolha dois ou três candidatos pela fase contínua
  • Faça curva de dosagem com protocolo controlado
  • Compare o desempenho após envelhecimento
  • Confirme COA, embalagem e condições comerciais do grau aprovado

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Perguntas frequentes

Qual é a diferença entre um grau convencional e um autoativante?
O grau convencional pode exigir ativador polar e uma sequência específica para desenvolver a rede. O autoativante é formulado para incorporação direta em meios compatíveis, mas ainda exige molhamento e cisalhamento adequados.
Um produto pode servir para tinta, fluido de perfuração e graxa?
Alguns graus têm uso amplo, porém dosagem, ativação e critérios de aprovação mudam por aplicação. A validação deve ser feita separadamente.
Como solicitar uma recomendação?
Informe fase contínua, solventes ou óleo-base, resina, sólidos, processo, temperatura, meta reológica, consumo estimado e destino.

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